quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Campanha Anti-Saco Plástico


Vamos salvar o Planeta!

video
Questões
1. Enumera as razões apontadas no vídeo para acabar com o uso de sacos pláticos.
2. Refere o que pensas fazer durante esta campanha.
3. Deixa uma mensagem para as próximas gerações.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Europa vs Itália ou será Portugal?

Vejam este filme com atenção:
Europa versus Itália

Questões:

1. Enumerem as diferentes áreas em que são feitas as comparações.
2. Descubram a(s) intenção(ões) do seu autor.
3. Quais são as conclusões que podemos retirar deste filme?
4. Comentem o título deste post.


segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Precisa-se de matéria prima para construir um País - Eduardo Prado Coelho - in Público

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.
Agora dizemos que Sócrates não serve.
E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós. Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. 
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL,DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedorasparticulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa,como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudoo que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ....e paraeles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porqueconseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se fraudaa declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
- Onde a falta de pontualidade é um hábito;
- Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
- Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixonas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
- Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
- Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizemque é ' muito chato ter que ler' ) e não há consciência nem memóriapolítica, histórica nem económica.
- Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovarprojectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classemédia e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicaspodem ser ' compradas ', sem se fazer qualquer exame.
- Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com umacriança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquantoa pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
- Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre acriticar os nossos governantes.
- Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates,melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi umguarda de trânsito para não ser multado.
- Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. 
Não. Não. Não. Já basta.
Como ' matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas faltamuito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.Esses defeitos, essa ' CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA ' congénita, essadesonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até seconverter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidadehumana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que éreal e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós,ELEITOS POR NÓS.
Nascidos aqui, não noutra parte...Fico triste.Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que osuceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria primadefeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, masenquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicarprimeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serveSócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com aforça e por meio do terror?Aqui faz falta outra coisa. 
E enquanto essa 'outra coisa' não comece asurgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para oslados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmenteestancados....igualmente abusados!É muito bom ser português. 
Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimentocomo Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandamum messias.
Nós temos que mudar. 
Um novo governante com os mesmos portugueses nadapoderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e,francamente, tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar oresponsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, dedesentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.

E você, o que pensa?.. MEDITE!

EDUARDO PRADO COELHO

Questões:
1. A quem se dirige este texto?
2. Com que intenção?
3. Qual é o papel de cada um de nós como matéria prima de um país?

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O mentiroso

Havia um indivíduo muito mentiroso que vivia numa montanha enorme. Um dia, mentiu ao seu vizinho e este apercebeu-se. Depois, todos ficaram a saber o mentiroso que ele era.

Daniel Barbosa

O cão Bino

Era uma vez, um rapaz de Vieira do Minho, chamado Artur Fernandes. Tinha um cão chamado Bino. Gostava muito do cão até um um dia ser atropelado.

Joni

O ladrão e a velha

Era uma vez, um ladrão que assaltou uma velhinha na rua. A velha deu um safanão ao ladrão atirando-o contra a parede. Daqui resultou um ferimento que o levou ao hospital.

Bruno Pereira

A ilha

Era uma vez, um rapaz que estava perdido numa ilha. Desiludido da vida foi mergulhar e deparou-se com uma baleia, metade sereia. Pediu-a em casamento, tiveram muitos tubariscos e foram felizes para sempre.

Moisés

Um dia de aulas

Na sexta-feira, o professor Joaquim deu a sua aula normalmente, mas os alunos estavam alegres. Começou a ficar nervoso e foi-se aguentando até um ponto, de repente, começou a expulsar os alunos.


Artur

O cão e as tartarugas

Era uma vez, um cão de terra mole que não gostava de tartarugas, de água com áçúcar. Um dia, o cão foi ao mar ver se por acaso encontrava uma tartaruga. Começou a nadar, e morreu nu.

Filipe

Os três irmãos

Era uma vez, três irmãos que andavam sempre a discutir por coisas de nada. Certo dia, decidiram afastarem-se uns dos outros. Mas, passado algum tempo voltaram para se reconciliar.

Tiago Silva

A sereia

Era uma vez, um rapaz que vivia no meio de uma ilha deserta. Certo dia, estava no mar e encontrou uma sereia e beijou-a. Transformou-se num peixe e foi viver com ela para o mar.

Nuno

O falecimento

Um certo dia, um cão vai pela rua fora e lembra-se de atravessar a rua sem olhar para o lado. De seguida foi atropelado. O seu dono, depois de saber a notícia ficou muito triste que deixou de comer e dormir.

Pedro

Um dia feliz

Um homem viajava no carro e embateu num raide. A mulher ficou transtornada. Felizmente o homem sobreviveu e recuperou do acidente. Agora, percorre os caminhos da longa vida com precaução e confiança.

Bruno Martins

Manuel da Telheira com ela tesa

Certo dia corria Manuel da Telheira perto dos campos da Rodovia, quando foi apanhado por um homem embriegado em puro passeio. Manuel da Telheira acabara por morrer com ela tesa (com a sua carteira).

Tiago Silva

O festão do PCC

Numa noite de grande festão em Braga, o PCC foi curtir para a disco e abanar o capacete, beber umas cervejinhas, uns shots, apanhar umas mocas, engatar umas miúdas e curtir um som. No final foram para casa.

Bruno Carvalho

A festa do Julião

Certo dia, o Julião fez anos! Fez uma grandiosa festa na sua casa! Julião tinha tudo muito bem organizado o que causou grandes bebedeiras e uma festa inesquecível. Ficamos lá até de manhã a divertirmo-nos. Foi uma festa altamente.

Daniel Vilaça

O dia trágico

Num dia de intensa chuva, um rapaz ia para a escola muito apressado. De repente, caiu num buraco fundo. Levaram-no para o hospital. Com os gravríssimos ferimentos da queda ficou com um trauma e deixou de ir para a escola.

Hugo

A sorte do cavalo

Era uma vez um cavalo que galopava muito sobre os campos. A certa altura, partiu as patas da frentes. O seu dono correu directo ao veterinário e vendo a melhoria do cavalo ficou contente.
Fábio

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Bem-vindos ao blogue da Geração Móvel

As tecnologias móveis andam nas nossas mãos e têm cada vez mais potencialidades.
Este blogue é o nosso espaço de mobilidade e ubiquidade.