quinta-feira, 27 de novembro de 2008

A Turma

A Turma é um filme de Laurent Cantet e recebeu, este ano, a Palma de Ouro em Cannes.
Este filme é baseado no livro de François Bégaudeau, antigo futebolista tornado professor que escreveu sobre a sua experiência dentro da sala, isto é, "entre les murs", o filme foi trabalhado com verdadeiros alunos e professores.




Reflexões
1. Em que medida podemos dizer que este filme apresenta a escola como espelho inevitável da sociedade?
2. Enumera as temáticas abordadas neste filme.
3. Que aspectos/cenas tornam este filme uma cópia do ambiente das salas de aula da tua escola?
4. Deixa a tua apreciação crítica ao filme.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

É preciso investir no Capital Humano

Neste vídeo estão os 11 conselhos que Bill Gates deixa aos jovens de todas as idades:



Questões:
1. Destaca a(s) regra(s) que consideras ser o alicerce para o sucesso. Justifica a(s) tua(s) escolha(s).
2. Indica o que estás a fazer para conquistar os teus ideais.
3. "Nem tudo o que reluz é ouro". Por palavras tuas, mostra o que tem de analógico este provérbio e os conselhos de Bill Gates.
4. Apresenta aos teus colegas o teu próprio conselho.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Como fazer um relatório de uma visita de estudo


Assiste a este vídeo para saberes como fazer o relatório de uma visita de estudo.


video

Tarefa
1. Faz o relatório da visita de estudo que realizaste à Universidade do Minho (28/10/08).

Objectivos da visita de estudo

Conhecer a oferta da Universidade do Minho na área das Ciências e da Engenharia.

Sensibilizar os alunos para a importância das ciências e do conhecimento.

Conhecer instalações e equipamentos didácticos dos Cursos de Engenharia.

Conhecer o Laboratório de ensaios de materiais da Construção civil.  

Local

Escola de Engenharia da Universidade do Minho, inserida na Semana da Engenharia.


Protesto

Protesto contra a proibição da entrada em Portugal do barco da Women on Waves

Ao Governo Português
Os cidadãos e as cidadãs abaixo-assinados, vêm por este meio apresentar a sua total discordância e perplexidade perante a decisão do governo de proibir a entrada em Portugal do barco da Women on Waves, que pretendia atracar no porto da Figueira da Foz, no âmbito de um projecto visando a defesa da saúde sexual e reprodutiva das mulheres, do direito à escolha responsável e da defesa da descriminalização do aborto. Os argumentos apresentados pelo governo são incompreensíveis quer à luz da lei nacional, comunitária e internacional, quer à luz das normas democráticas e cívicas que implicam a participação dos cidadãos e das cidadãs, das suas organizações autónomas, a livre expressão de opiniões e o debate construtivo, neste caso em torno de problemas muito reais. Quer a Women on Waves, quer as organizações portuguesas, reafirmaram por diversas vezes que a lei portuguesa nunca seria infringida e não existem motivos para não acreditar em tal; aliás, o Governo Português dispunha e dispõe de todos os meios e instrumentos para verificar se tal correspondia à realidade. Este barco já desenvolveu o mesmo tipo de acção em dois países da União Europeia e nenhum proibiu a sua entrada, pese embora a situação de criminalização do aborto existir também nestes países (Irlanda e Polónia). Portugal é o único país da União Europeia que leva mulheres a tribunal por terem realizado um aborto; passará agora a ser também o único país que impede a livre actuação de organizações cívicas. Refutamos completamente os argumentos apresentados pelo Governo, de que esta iniciativa poria em causa a saúde pública e reafirmamos o seu carácter hipócrita. Saúde pública em causa é a situação que existe hoje, são as teias do aborto clandestino. Reafirmamos a nossa vontade de prosseguir todas as iniciativas que levem à alteração de uma lei injusta, penalizadora das mulheres e atentatória da dignidade das pessoas. Apelamos a todos os cidadãos e cidadãs, independentemente das suas convicções pessoais sobre a realização do aborto, mas que querem viver num país onde as mulheres não sejam penalizadas, onde o respeito pelas escolhas de cada mulher e cada família sejam respeitadas, onde a dignidade seja um valor concreto e a educação sexual, o planeamento familiar e o acesso à contracepção sejam garantidos conforme a lei estipula, para que manifestem o seu repúdio por esta decisão do governo e o seu apoio à alteração da actual lei sobre a interrupção voluntária da gravidez. Apelam ainda aos órgãos de soberania para que se pronunciem sobre esta decisão.

29 de Agosto de 2004

Questões

1. Lê o texto e responde às seguintes questões: Quem? Para quem? Quando? O quê?
2.1 Sintetiza as ideias presentes em cada um dos parágrafos do texto.
Trabalho colaborativo